R$ 1000 Por/Aluno

Informações do Curso

O VENTILAPED é o treinamento estratégico da TOTEMAX desenhado especificamente para a “hora de ouro” da ventilação na sala de emergência. Diferente de cursos extensos de terapia intensiva, este módulo foca na resposta imediata ao questionamento crítico: “O paciente foi intubado, e agora?”. É um treinamento fundamental e prático para todo profissional de saúde que atua na linha de frente, focado na transição segura entre a via aérea estabelecida e a estabilização ventilatória, garantindo que o suporte mecânico seja um aliado da vida desde o primeiro segundo.

A proposta é resolutiva e operacional. O aluno aprende, na prática, a montagem do circuito do ventilador, a inicialização do equipamento, a escolha racional do modo ventilatório e a determinação precisa dos parâmetros iniciais baseados na patologia do paciente. O foco recai sobre a identificação e correção das falhas iniciais de ventilação e o manejo de alarmes, capacitando a equipe multiprofissional a operar o ventilador com segurança técnica, evitando que o atraso ou a configuração inadequada agravem o quadro clínico do paciente.

A importância deste treinamento é sustentada por evidências epidemiológicas críticas: a insuficiência respiratória é responsável por até 80% das paradas cardiorrespiratórias em pediatria, e a má condução da ventilação mecânica nas primeiras horas está diretamente associada à Lesão Pulmonar Induzida pelo Ventilador (VILI) e ao aumento da mortalidade. Dados indicam que o manejo inadequado no pronto-socorro pode elevar o tempo de internação e as taxas de complicações iatrogênicas. Portanto, o VENTILAPED é obrigatório para padronizar a assistência e garantir que a ventilação inicial seja protetora, eficaz e segura, reduzindo drasticamente o risco de desfechos desfavoráveis antes mesmo da transferência para a UTI.

DURAÇÃO: 8 horas
NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 8 alunos
PÚBLICO ALVO: Médicos, Estudantes de Medicina, Enfermeiros,
Estudantes de Enfermagem, Técnicos de Enfermagem, Fisioterapeutas, Estudantes de Fisioterapia

Materiais Utilizados (Infraestrutura Prática)

  1. Ventiladores Mecânicos Reais: Os mesmos modelos encontrados nos grandes hospitais e UPAs.
  2.  Manequins Pediátricos de Simulação: Para prática de posicionamento e conexão.
  3. Monitores Multiparamétricos e Capnografia: Para visualização das curvas de pressão e fluxo.
  4. Kits de Circuito e Filtros HME/HEPA: Para treinamento de montagem e barreira de proteção.

BASE TEÓRICA

Fundamentos básicos da Ventilação Mecânica Pediátrica

  • Definições e inicio
  • Complacência
  • Resistência
  • Constante de Tempo
  • Indicações de Início
  • Falência respiratória hipoxêmica (baixa oxigenação) ou
    hipercápnica (retenção de CO2).
  • Fadiga excessiva da musculatura respiratória.
  • Proteção de via aérea em pacientes com rebaixamento do
    nível de consciência (Glasgow < 8).
 

Modos Ventilatórios e Parâmetros Iniciais

  • Parâmetro Descrição Técnica Valor Sugerido (Inicial)

Volume Corrente (Vt)
PEE:P Pressão ao final da expiração
Freq. Resp. (f)
Tempo Insp. (Ti)
FiO2

  • Modos Principais
    PCV (Pressão Controlada
    VCV (Volume Controlado
    PSV (Pressão de Suporte
 

Estratégias por Patologia (O Diferencial Técnico)

  • Doenças Obstrutivas (Asma e Bronquiolite)

Risco: Auto-PEEP (aprisionamento de ar).

Estratégia: Tempo expiratório prolongado e
frequências respiratórias menores.

  • Doenças Restritivas (Pneumonia e SARA)

Risco: Barotrauma (lesão por pressão).

Estratégia: Volumes correntes baixos (6 mL/kg) e
PEEP mais elevada para recrutamento alveolar.

Monitorização e Resolução de Problemas (DOPE)

D (Deslocamento): O tubo saiu ou foi para o brônquio direito?
O (Obstrução): Rolha de secreção ou dobra no tubo?
P (Pneumotórax): Houve ruptura alveolar por pressão?\E
E (Equipamento): O ventilador falhou ou acabou o oxigênio?

Atuação Prática e Cenários de Simulação

  • Configurar o ventilador do zero para um caso de bronquiolite grave.
  • Interpretar alarmes e ajustar parâmetros para corrigir uma acidose respiratória.
  • Manejar a dessaturação súbita em um paciente ventilado (aplicação do DOPE).

 

ATUAÇÃO PRÁTICA

A Atuação Prática: “O Paciente Entubou, e Agora?”

A atuação do aluno no VENTILAPED é 100% ativa. O foco não é a fisiopatologia complexa, mas a operação segura do equipamento. O aluno aprende a tirar o ventilador da inércia e transformá-lo em um suporte de vida eficaz em minutos.

A jornada prática começa com a montagem e o teste do circuito. O aluno aprende a “conversar” com a máquina: ligar, realizar os testes de segurança, escolher o modo ventilatório (Pressão ou Volume) e inserir os primeiros parâmetros baseados no peso ideal da criança. “Nosso aluno sai do curso sabendo exatamente quais botões apertar para garantir que a criança respire com segurança até chegar à UTI”.

Os Cenários de Atuação (A Emergência Real)

Os cenários são focados nas patologias que mais matam ou complicam no pronto-socorro. Utilizamos simuladores que permitem ao aluno ver, em tempo real, o impacto de cada ajuste no monitor.

Exemplos:

  • Cenário de Estabilização Pós-Intubação:
    O Desafio: O tubo acabou de ser passado. O paciente está instável.
    A Ação: O aluno deve montar o ventilador, definir a PEEP, o Volume/Pressão e a Frequência iniciais. É o treinamento do “primeiro minuto” ventilatório.
  • Cenário de Doença Obstrutiva (Asma Grave/Bronquiolite):

O Desafio: O ventilador começa a apitar “Pressão Alta” e o paciente está retendo ar (Auto-PEEP).
A Ação: O aluno aprende a ajustar o tempo expiratório e a frequência para permitir que o ar saia, evitando que o pulmão sofra uma lesão por excesso de pressão.

  • Cenário de Doença Restritiva (Pneumonia/SARA):

O Desafio: O pulmão está “rígido” e a oxigenação não sobe.
A Ação: Treinamento de Ventilação Protetora. O aluno aprende a recrutar o pulmão com PEEP adequada sem causar barotrauma.

O Debriefing: Reflexão para a Excelência

O Debriefing no VENTILAPED é o momento em que o “clique” do aprendizado acontece. Após cada cenário, o instrutor utiliza uma abordagem baseada em evidências para analisar a performance.

Análise de Curvas: O instrutor mostra no monitor o que aconteceu com o pulmão do manequim quando o aluno mudou um parâmetro.

Segurança Psicológica: O erro cometido no cenário é transformado em uma lição valiosa. O aluno entende o
“porquê” de cada ajuste.

Foco na Decisão: Discutimos a velocidade de resposta e a precisão na escolha dos parâmetros. O comercial pode reforçar:

“O debriefing garante que o aluno não apenas decore valores, mas entenda a lógica da ventilação”.

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